É correto banir mulheres trans de provas femininas olímpicas
É fundamental separar esporte de alto nível de inclusão de pessoas trans na sociedade e em competições amadoras
Dia 13 de agosto de 2017. Final dos 800 m rasos feminino do Campeonato Mundial de Atletismo, aqui em Londres. Com um sprint final, a sul-africana Caster Semenya conquistou o tricampeonato. Levantou os braços para o ar, sorriu. Foi a única. Eu estava lá, como correspondente do SporTV. As outras atletas passaram pelo nosso espaço na área de entrevistas às pressas, seus rostos um misto de raiva e frustração. Por último, Semenya, que também não falou com jornalistas depois da prova mais polêmica da competição.
Leia mais (03/27/2026 - 23h00)
Fonte: https://redir.folha.com.br/redir/online/esporte/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marina-izidro/2026/03/e-correto-banir-mulheres-trans-de-provas-femininas-olimpicas.shtml
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