Bolsonaro diz que, se reeleito, pode criar mais três ministérios
Presidente citou pasta da Segurança Pública, da Pesca e do Comércio Exterior. Questionado se vai a debates no primeiro turno, ele respondeu que, por questão de estratégia, vai deixar 'em aberto'.
Bolsonaro diz que, se reeleito, pode criar mais três ministérios
Em entrevista ao canal Agro+, Bolsonaro foi questionado se pretende reativar o Ministério da Segurança Pública, que existiu no governo do presidente Michel Temer mas, no atual governo, foi incorporado ao Ministério da Justiça.
Bolsonaro respondeu que, além da pasta da Segurança Pública, poderá recriar outras.
"Esse ministério da [Segurança Pública] foi estudado, pela extensão do Brasil, eu acho positivo o restabelecimento. Não só o desse, como alguns outros ministérios que não haja dúvida, Indústria e Comércio, por exemplo. Até a questão da Pesca pode ser estudado", respondeu o presidente.
"Então, nós pretendemos é, em havendo uma reeleição, dividir melhor os ministérios, criar no máximo mais três, para que possamos melhor administrar o nosso país. Pela extensão do Brasil se justifica fazer isso daí", completou.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (6) que, se for reeleito, pode criar até três novos ministérios.
Em entrevista ao canal Agro+, Bolsonaro foi questionado se pretende reativar o Ministério da Segurança Pública, que existiu no governo do presidente Michel Temer mas, no atual governo, foi incorporado ao Ministério da Justiça.
Bolsonaro respondeu que, além da pasta da Segurança Pública, poderá recriar outras.
""Esse ministério da [Segurança Pública] foi estudado, pela extensão do Brasil, eu acho positivo o restabelecimento. Não só o desse, como alguns outros ministérios que não haja dúvida, Indústria e Comércio, por exemplo. Até a questão da Pesca pode ser estudado", respondeu o presidente.
"Então, nós pretendemos é, em havendo uma reeleição, dividir melhor os ministérios, criar no máximo mais três, para que possamos melhor administrar o nosso país. Pela extensão do Brasil se justifica fazer isso daí", completou.